A ovelha negra se dissolve em creme espumante e doces gemidos. Em cada cama mórbida e casa vazia. Em cada fervilhante bactéria. Matando suavemente e em série, ela levanta tua cabeça, bela, cornuda, magistral. Ela é o aroma da glicínia da meia noite. Vês as pegadas de lama onde ela te carregaste?
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